Protego

Conto erótico. Um ménage hediondo e delicado - detalhezinho a detalhezinho das preliminares.

Cozinha da Sobrevivência

Aquele que vive sozinho, precisa sobreviver. A cozinha salva pelo beef e pela salsicha. Já um clássico!

~Le feminism nos vídjogueime

Anita Sarkeesian analise jogos clássicos e o uso da mulher no plot dos jogos. Bacana.

Saint Seiya Omega

Resenha do retorno retumbante dos Cavaleiros do Zodíaco no começo desse ano. Ótimo!

O Segundo Jogos Vorazes - Em Chamas!

Excelente continuação de Hunger Games. Team Katniss até o final!

quinta-feira, 11 de abril de 2019

F1: Dirigir para Viver


Assista Aqui.

Terminei o excelente documental sobre a temporada de 2018 de F1 produzido pela Netflix (Drive to Survive, ou Dirigir para Viver). Foda, absolutamente foda.

Eu gosto muito de F1 e acompanho às vezes as notícias e é claro que vejo todas as corridas, e para esse nível de acompanhamento, a temporada passada pra mim teve muito do brilhantismo do Hamilton, um tanto de bobagem do Vettel, a briga da Red Bull com os motores da Renault, o Galvão reclamando da transmissão. Mas não foi necessariamente um campeonato emocionante tanto de Construtores como de Pilotos.

E o documental é maravilhoso justamente porque das coisas que eu lembrava, só o drama de motores da Red Bull conseguiu ser aprofundado e dramatizado no documental; é sensacional os flagras que os produtores pegam das equipes comentando dos motores, a troca de farpas antes de irem pra coletiva dos caras da Renault com os da Red Bull. Foda.

Fora isso, como não tiveram acesso à Ferrari e Mercedes (que vão estar na próxima, pelo que consta), a série ainda assim encontra histórias excelentes pra contar com o restante do grid e evidencia o tanto de coisa em jogo que existe em uma prova de F1, que mal chega durante a transmissão de quem vê pela tela da Globo.

Quem acompanha mais de perto sabe da personalidade de alguns pilotos, mas a série potencializa ainda mais aquilo que vemos pelo modo de pilotar, ou dar uma ou outra entrevista que acabe aparecendo na transmissão, ou até mesmo pelo modo de se expressar no rádio, ou nos curtíssimos momentos que temos durante a resenha depois da corrida entre três pilotos de 20 apenas.

De novo, o Galvão e o Regi ainda tentam passar várias coisas que simplesmente não chegam, como fulano é, o que fulano disse e etc, mas a série me deixou claríssimo como a forma como recebemos a F1 não consegue trazer essas histórias que estão em jogo durante uma corrida.

Claro que é bem mais fácil contar sua história fazendo uma super edição depois que tudo aconteceu, ainda assim acho que tem um espaço enorme para que essas histórias apareçam no dia de corrida para que fiquemos de olho não só nos ponteiros, mas também fiquemos de olho quando a Renault passa a Haas e vice-versa. =)

A produção então, nem se fala, a qualidade das imagens são fenomenais, os cortes são muito bem feitos dando uma noção de velocidade e violência que a transmissão mais sóbria não transmite, é claro. E o trabalho de som da série é fora do comum.

Enfim, pra quem curte, vale muito a pena ver e durante e pra quem não tem o costume, também vale a pena porque é um esporte bem bacana... de rico, mas é legal.

Fico pensando, imagina o que não seria esse documentário na época do título do Rosberg. Meldels.

Louco pra ver a temporada nova!

Bruno Portella

domingo, 7 de abril de 2019

Nós (2019)


Bem louco.

Fiquei tenso, deu medo. Música daora.

A Lupita tá foda.

Fiquei tenso.

A ideia é legal; não é genial, mas é bem legal.

Nem entendi.

Gostei! O Peele é ótimo!

Bruno Portella

sábado, 23 de março de 2019

After Life (2019)

Outro projeto do Ricky Gervais e, de novo, ele consegue escrever de forma muito tocante e brutal. Como foi Derek, como foi no Primeiro Mentiroso.

É impressionante como um escroque mal humorado como ele (que eu adoro em tudo que faz) também é capaz de escrever seguidamente projetos super tocantes.

Neste Pós-Vida ou Além-da-Vida, Ricky escreve sobre o luto, sobre o eu e os outros, tudo refletido em um personagem que tem uma amargura enorme depois do falecimento de sua esposa. E reflete sobre a vontade de viver, sobre como nossas vidas tocam outras pessoas, sobre como não somos os únicos ou sequer os únicos tristes.

Muito, muito bonito. Muito, muito engraçado também, porque frequentemente o Ricky consegue tirar um humor muito natural de temas complexos.

Assistam que vale cada segundo.

E que porra de sub-título de merda, hein Netflix. Colocaram: Vão Ter Que Me Engolir, quando a série é justamente sobre o oposto disso. Puta que o pariu.

Bruno Portella

terça-feira, 19 de março de 2019

Sonho: 19/3/2019

Cara, tive um sonho surreal. Sério. Olha isso.

Eu fui até o predião visitar, um lugar que eu morava no centro e pá. Sei lá, matar a saudade, ver alguém. Num sei, meu sonho não me contou. Quando cheguei na entrada já logo vi a piscina lotada, daora, entrei e tinha um monte de gente na piscina, nenhum conhecido. E também olhei pelas águas e vi que não conseguiria chegar no elevador por ali, só tinha piscina e água. Saí e entrei mais pra frente, pois tinha outra entrada e de novo deu na piscina e nada de passagem aonde eu queria ir.

Tinha muita gente, achei até daora ter bastante gente, ver o prédio vivo como sempre foi e tal. Mas eu queria entrar.

Perguntei pruns banhistas como fazia pra chegar nos elevadores e me falaram que a entrada era na lateral. E lá fui eu pra lateral. Um lugar sujo, fedido, com uns tapumes. Mas entrei mesmo assim.

Era um lugar escuro, mano, com um som de água que era da piscina, eu acho, mas parecia um túnel porque eu num via nada. Aí eu acabei saindo no que parecia um restaurante a céu aberto, e tava de noite, e um silêncio bizarro, lotado de gente sentado na mesa, mas ninguém falava, então ficava um silêncio bizarro, só talheres batendo. Esquisitíssimo. Fui embora, ce é loko.

Quando voltei, eu pensei em ir pra frente do prédio pra ver se dava pra ver o prédio inteiro e achar o diabo da entrada. Tinha bastante gente, muito portão, muito esquisito o lugar, com certeza maior do que sempre foi. E ali entre as pessoas, eu vi três garotas iguaizinhas, nunca tinha visto nenhuma delas, mas as três eram idênticas. Aí eu pensei, po, tem alguma coisa errada na matrix, haha; porra eu tava num sonho, claro que tava tudo errado.

Aí eu perguntei quem elas eram e se num era estranho as três serem idênticas; aí apareceu uma amiga minha, a Ingrid!, que me perguntou: "pô, Bruno, nunca ouviu falar de trigêmeos?". Rimos todos da paiaçada e eu perguntei pra uma das trigêmeas como que entrava no prédio. E me disseram: "Só entra quem merece". Que isso, sem elegância nenhuma. Minha cabeça entendeu que a entrada tava escondida, ou que eu tinha que atravessar o portão e se eu merecesse, eu entrava.

Olhei o portão e encontrei uma parte dele que parecia uma entrada, inclusive com um letreiro em cima. Num pensei duas vezes e tentei atravessar igual o Harry Potter. Bati a cara e a Ingrid riu: "aí é o lixo, burrão!" E era mesmo.

Mais adiante, achei outro potencial candidato de portão, não tinha letreiro nenhum, mas tinha uma cruz no meio, apronto, o sonho ficou cristão agora. Fui e atravessei o portão! E a cruz ainda ficou na minha mão, separada em duas barras.

Saí numa passagem de pedra com piscina pros dois lados e uma galera curtindo o dia ensolarado. Invejei. Atravessei a piscina e aquilo parecia uma ponte, em vários pontos inclusive tinha gente revistando quem entrasse, não me revistaram e eu passei com as barras da cruz na mão. Atravessei a parada toda e aí eu realmente acabei chegando numa ponte, cheia de piranha (o peixe!); eu e mais um monte de pessoas tivemos que esperar a maré da piscina subir e tirar os peixe dali pra atravessar. E ainda assim, no lugar dos peixes, apareceram uns cristais doloridos que só pulando pra evitar a dor.

Chegando do outro lado dessa pontinha num tinha elevador nenhum, mas um barranco enorme de terra que uma turma escalava; usando as barras que eu tinha, eu fui enfiando na terra e escalando junto também. Chegando perto do topo, uma tempestade de areia impedia todo mundo de subir, alguns até caíram! Eu inclusive ajudei um cidadão a ficar ali fincado.

Quando passou, perto da borda, o barranco foi despelando e dentro dele havia alguns itens!, eu peguei uma arma futurista automática e munição. Quando cheguei finalmente no topo, aquilo parecia um bar com pessoas comendo e etc. A esse momento, eu estava acompanhado da pessoa que eu salvei, mas que num faço ideia de quem era. Fui para um ambiente do bar e já fui entrando fatiando e passando igual nos video-game. 

Num beco do bar, um pouco escuro, eu fui avançando e quando apareceu um gato, eu atirei e gastei quase toda munição e num acertei nada. Um grupo do bar riu e disse que eu deveria esperar ele "copular". Quê? Fez sentido nenhum. E ele me deu uma parada pra combater o gato. Guardei e fui embora.

Finalmente encontrei um elevador, mas ele descia. E eu desci com uma pessoa xis e com o Danilo, um broder da escola. Era um puta galpão que, por algum motivo, a pessoa comigo já sabia que tinha um robô ali; falou onde estava e saindo do elevador, o Danilo já foi direto meter bala nele e tomou uma granada na cara caindo. Dentro do elevador, eu só vi o robola rolando pra se esconder. Eu subi numa plataforma, mirei no robô, que eram dois, tentei atirar e nada aconteceu; e olha que eu tinha bala. Dei cobertura, e a pessoa comigo trouxe o Danilo de volta.

Reorganizamos, os robôs saíram de onde estavam escondidos e eu joguei o presente que os cara do bar tinham me dado pra matar o gato; assim que caiu perto dos robôs, eles tacaram de volta. Prendeu perto de mim e eu comecei a ouvir uns bípes, que iam se acelerando: era uma bomba bicho.

Joguei de volta, mas eles foram rápidos e tacaram de volta. O bípe enlouqueceu e a bomba explodiu, era como uma mina de proximidade. Estouro, mas ao invés de explosão começou a soar um bando de gato miando. 

Que bobagem.

Aí eu acordei. Hahaha.

Bruno Portella





domingo, 17 de março de 2019

Star Trek: The Next Generation

Temporada 1

Gostando bastante de Star Trek: The Next Generation. Depois de me despedir da tripulação original no bom filme Undiscovered Truth. Comecei a próxima geração e estou gostando bastante.

O climão de Jornada nas Estrelas clássico é flagrante e realmente tem o mesmo jeitão da série clássica. Os mesmos planetas de estúdio com matte no fundo, fundos-verdes curiosos, lutas extremamente mal coreografadas, saltos maravilhosos pela ponte de comando nas turbulências, e falas muito bem escritas. Aliás, o Patrick Stewart logo no primeiro episódio já é genial e um capitão muito carismático.

Dos personagens, o Picard é de longe meu favorito, e os demais não tem um brilho muito forte; alguns eu nem entendo muito bem a função, como a diferença entre a Yar e o Worf (e inclusive matam a mulher, puta sacanagem, mas eu li que ela pediu pra sair) ou qual exatamente é a função na nave do Geordi, que também não é um baita personagem. Além do Picard, é natural que o Data também seja um personagem bacana por olhar de volta à nossa humanidade sempre com algumas dúvidas bem pertinentes. Acho a Conselheira Troi muito interessante por conta da habilidade dela, a Dra. Crusher sem graça e o Riker também sem muito brilho. Mas também não são personagens que atrapalhem a experiência.

Sinto falta da química absurda que havia entre os personagens da tripulação original, e parte do motivo disso, pelo que eu li, é que o Rodenberry decidiu que mais no futuro ainda as pessoas estariam tão desenvolvidas que não ficariam disputando ou zombando umas das outras no ambiente de trabalho. E se isso é super bacana do ponto de vista social, do ponto de vista dramático tira bastante as possibilidades dos personagens. Por isso só o Data e o Picard empolgam.

Por outro lado, eu gostei que eles meio que flertaram ali com um arco que poderia se estender por mais de um episódio (bom, foram dois episódios, mas... mais do que nunca). Nunca tinha pensado nisso, mas nas séries mais modernas, é capaz das temporadas terem arcos, né? Vai ser interessante. Outro momento totalmente... fora do que eu havia visto, foi no episódio Conspiracy quando o Picard mata o monstro no final; coroi, super violento.

É isso, gostei muito do início de Next Generation, preparar para a segunda temporada. Meus episódios favoritos:
  • Encounter at Fairpoint: pô, começa muito bem a série!
  • Naked Now: ótima homenagem à série clássica e tira os personagens um pouco da perfeição deles, então é bacana.
  • 11001001: adorei as criaturinhas e a trama;
  • Coming of Age: um dos melhores episódios! Adorei os diferentes personagens da prova e o início da treta no arco da Federação.
  • Symbiosis: bom episódio também! Temática legal e tal.

Temporada 2

Terminei a segunda temporada de Next Generation e continua muito bom.

Saiu a Tasha Yar que eu adorava, entrou a Pulaski que é uma personagem legal no lugar da mãe do Wes, que aliás cresceu bastante nessa temporada; eu tinha achado ele meio sem graça na primeira temporada, mas nessa eu até gostei do personagem dele.

Teve também a entrada da Whoopi Goldberg na série no papel da Guinan que é maravilhosa, embora seja muito estranho que ela seja tão coadjuvante (uma mera atendente do bar da espaçonave), ainda que mais tarde na temporada ela se revela ser de uma civilização extremamente avançada, é louco como a Whoopi fez um papel super pequeno, acho que na época ela já era muito mais famosa que todo mundo ali junto, hehe. Whoopi é foda.

Picard continua sendo um puta capitão incrível, mas todos os demais personagens finalmente cresceram pra mim; o Data continua sendo um personagem muito interessante e o natural alívio cômico, o Riker que eu achava super sem graça na primeira temporada está bem mais interessante nessa, o Geordi finalmente ficou melhor estabelecido seu papel na espaçonave como Engenheiro, então ele cresceu bastante por conta disso e o Worf, sem a Tasha Yar, ficou mais estabelecido seu papel na Segurança.

Enfim, a tripulação agora tem papéis mais bem definidos e isso ajuda a gente a entender a própria função de cada um nas histórias, e também para apreciar quando a história extrapola e expande a história deles (como do Worf em determinado episódio).

Adorei a segunda temporada e já vou me preparar pra terceira, hehe.

Meus episódios favoritos:

  • Loud as a Whisper: putz, achei foda demais a ideia de duas tribos extremamente antagonistas e rivais buscarem a paz e a forma disso acontecer é se unirem para tentarem compreenderem, juntas, a língua de sinais do embaixador da paz. Simplesmente incrível. Lembrei da mamãe Tânia, hihi.
  • A Matter of Honor: que traz um Riker fenomenal no lado dos Klingons
  • The Measure of a Man: um episódio que debate a humanidade de Data e seus direitos sobre si próprio; absolutamente ótimo.
  • The Emissary: que tem a amante do Worf e eles transam bizonhamente no holodeck, haha, mas é legal porque expande o personagem.
  • Peak Performance: Riker de novo está ótimo e é muito legal vê-lo como capitão no exercício que logo se transforma numa cena de guerra.
Uma nota apenas para relembrar: fiquei chocado com o último episódio da temporada ser um episódio de flashbacks do Riker. Que episódio ruim, céus. Isso num é jeito de acabar uma temporada, haha. Eu odeio episódios de séries que são clipes anteriores. Argh.

sábado, 16 de março de 2019

Deputadas Federais 15/03/2019

Os deputados fazem muitas visitas pra tirar foto e postar no Face, tem uma parte social muito forte. Muita conversa sobre a Reforma da Previdência, que é um assunto que eu num faço a menor ideia do que se trata. Não sei o que pensar sobre, portanto só acompanharei.

  • Tabata Amaral tornou-se Titular de várias comissões importantes (inclusive da Educação). Muito legal, ela comentou no Facebook. Lançou o Gabinete Itinerante, que parece ser bem interessante. Lamentou o atentado em Suzano. Na Live, ela comentou que também não entende muito bem da Previdência, mas que vai estudar para formar opinião. Confio nela.
  • Sâmia Bonfim, continua junto com o PSOL fazendo vários requerimentos de explicações para o Governo, gosto disso.
E é isso.


quarta-feira, 13 de março de 2019

Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida

Que despedida boa da tripulação original! =)

Adorei o filme. Achei muito bem escrito com a trama política e simplesmente cai em todos os mecanismos de reviravolta, haha.

Por ser uma despedida da tripulação original, eu gosto que praticamente todos eles tem um momento de brilhar a favor da história. A história aliás que é um bonito dilema sobre a paz e é tocante o final em que todos aplaudem a tripulação. Claro que somos nós aplaudindo e agradecendo.

Que turma boa. Vou sentir falta (sei que reaparecem depois), mas é uma boa despedida.

Agora posso seguir adiante para a próxima geração. Bora pra jornada.